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Blog O Pace Financeiropor Otávio Daudt
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Entenda por que a taxa de juros real brasileira é a segunda maior do mundo

A taxa de juros real — a taxa básica de juros descontada a inflação — é um dos indicadores mais importantes para entender a saúde econômica de um país. E, no caso do Brasil, ela chama atenção: hoje, temos a segunda maior taxa de juros real do mundo, atrás apenas da Turquia.

Mas por que isso acontece? A resposta não está em um único fator, e sim em uma combinação complexa de elementos externos e internos, alguns conjunturais e outros profundamente estruturais.

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As Lições do Caso Banco Master para o Investidor de Renda Fixa no Brasil

Este artigo reúne as principais reflexões que o caso Master deixa para o investidor (eu incluído) brasileiro — e como elas devem influenciar estratégias daqui para frente.

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Estamos entrando num ciclo de queda de juros? O que isso significa para seus investimentos

Setembro de 2025 marcou um ponto de virada na política monetária global.

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Criptomoedas e Bitcoin: Tecnologia Revolucionária e Alternativa de Investimento

Nos últimos anos, as criptomoedas ganharam destaque como uma inovação tecnológica e uma nova forma de investimento financeiro.

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A Caderneta de Poupança: O Erro Financeiro Que Muitos Brasileiros Ainda Cometem

Por muitos anos, a caderneta de poupança foi o principal destino das economias da população brasileira...

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Dominando Suas Finanças com o Método Kakeibo

Em um mundo onde gastar dinheiro é fácil — compras com um clique, pagamentos sem contato e promoções constantes — economizar exige consciência. É aí que entra o Kakeibo...

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O Paradoxo de Stockdale e a Jornada do Investidor Resiliente

Em tempos de instabilidade econômica, muitos investidores se veem divididos entre o otimismo cego e o medo paralisante.

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Gerenciamento do tempo

Somos influenciados pelas pessoas com quem mais convivemos.

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Value Investing x Growth Investing

Ao decidir investir no mercado de ações, especialmente dentro de um princípio de ‘buy and hold” ou seja, visando a acumulação de capital no longo prazo, duas estratégias principais despontam como opções…

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Fundos de Investimento Imobiliário - FII’s Boa alternativa de Renda Variável?

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) cresceram muito nos últimos cinco anos e atingiram, agora em Agosto, a marca de

quase 1 milhão de investidores individuais. Um crescimento bastante respeitável.

Mas para aquele investidor que não está familiarizado com esta modalidade de investimento, o que são, como funcionam e quais

as vantagens e desvantagens deste instrumento de investimento, na comparação com o investimento direto em imóveis e até

mesmo com outro instrumento de Renda Variável, o mercado de ações?

FIIs são fundos de investimento, que similarmente a outros fundos, sejam de Renda Fixa, Multimercado ou de Ações, são

condomínios ou clubes de investidores, que se reúnem para investir em grupo, comprando quotas de participação. Operam sob a

coordenação de uma equipe de gestores, que faz a gestão das decisões de investimentos que são tomadas, buscando maximizar

o retorno aos investidores.

No casos dos FIIs, o investimento tem que ser, necessariamente, feito no mercado imobiliário. Basicamente, na construção e

compra de imóveis, com o objetivo de geração de renda via aluguéis, que são distribuídos aos membros do fundo, ou quotistas

através do pagamento de dividendos.

Portanto, da mesma forma que o mercado de ações, o retorno do investimento poderá vir de duas formas… pelo distribuição

periódica de dividendos e/ou por uma potencial valorização do preço das quotas, de acordo com o desempenho do fundo, assim

como devido à fatores macroeconômicos.

Há entretanto, vários tipos diferentes de Fundos Imobiliários. Atualmente, há disponíveis no Brasil, mais de 300 destes fundos.

Alguns FIIs são focados em certos tipo de imóveis, como prédios residenciais, galpões logísticos, hospitais, shopping centers,

torres de escritórios, agencias bancárias, etc. Outros são diversificados entre estas diferentes categorias. Todos os fundos que

investem em imóveis físicos, são classificados como “Fundos de Tijolo”

Há também os “Fundos de Papel” que investem em papéis e títulos ligados ao mercado imobiliário, como LCIs ou CRIs. E há

também os fundos híbridos, que investem parte do patrimônio em papéis e parte em imóveis físicos…

A maioria dos FIIs são negociados na Bolsa de Valores/B3 e comprados/vendidos como se fossem uma ação, portanto, tem um

ticker próprio e podem ser negociados utilizando o home broker da sua corretora ou banco.

O investimento mínimo costuma ser baixo, em torno de R$100, o que é uma das vantagens desta forma de investimento,

principalmente para o pequeno investidor, pois possibilita a exposição ao mercado de imóveis, sem o alto custo de adquirir um

imóvel, assim como proporciona diversificação, o que não é o caso no mercado direto de imóveis, onde, a menos que o investidor

tenha muito capital pra comprar vários imóveis diferentes, você tende a concentrar uma parte muito grande do seu patrimônio em

apenas um ou poucos imóveis…

Em 2019, a distribuição média de dividendos dos FIIs foi de 7.7% contra 4.6% dos imóveis diretos (com receita de aluguel).

O desempenho dos FIIs é monitorado através de um índice chamado IFIX, que congrega o desempenho de todos os Fundos

Imobiliários presentes no mercado. Nos últimos 5 anos, o desempenho do IFIX tem sido levemente superior ao índice iBovespa.

Por exemplo, em 2019, o IFIX retornou quase 36% (incluídos dividendos) enquanto que o iBovespa ficou em 31.6% (não incluídos

dividendos). Mas cuidado, como todo ativo de Renda Variável, há ciclos de perda. Por exemplo, em 2020, o IFIX perdeu 12.6%,

ainda assim melhor do que o iBovespa esta que está negativo 18.2% para o ano.

Eu, particularmente, não sou um grande fā do investimento no mercado imobiliário, prefiro estar diversificado no mercado de

ações, mas se você gosta do mercado imobiliário, principalmente para o pequeno e médio investidor, acredito que o investimento

via FIIs é superior ao investimento via compra direta de imóveis, pelos seguintes motivos:

1) maior possibilidade de diversificação do investimento;

2) maior facilidade de compra e venda, pois o processo é fácil e rápido, ao contrário da compra/venda de imóveis, que tende a

ser lento e burocrático;

3) com os gestores do fundo fazendo a gestão, você não precisa lidar com inquilinos ou com a manutenção dos imóveis, o que

pode, às vezes, na propriedade direta de imóveis, virar um trabalho em tempo integral, se tornando uma fonte de renda ativa e

não passiva;

4) isenção de IR nos dividendos, diferentemente dos rendimentos de aluguel no imóvel direto, que pagam 15% de IR;

5) maior liquidez do que imóveis físicos, pois se você precisar vender, a liquidez dos FIIs não é tao alta como de outros tipos de

fundos ou ações, mas ainda assim, tende a ser maior do que o imóvel fisico;

Mas lembre-se que, como em qualquer investimento de Renda Variável, há sim, riscos, que muitas vezes não são totalmente

explicados pelos agentes do mercado financeiro que estão tentando vender este produto pra você.

O desempenho varia muito, de fundo pra fundo, portanto, escolher um fundo que performará ao longo do tempo, é importante.

Lembre-se também que, como em qualquer fundo de investimento, há cobrança de taxa de administração e na maioria dos

fundos, também taxa de performance, o que pode limitar bastante o seu rendimento liquido. Fique atento às taxas cobradas pelo

fundo que você escolher.

Procure escolher um FII que esteja listado na Bolsa de Valores/B3. Estes tendem a ser mais líquidos do que os que são fechados.

Mas ainda assim, a liquidez dos FIIs é limitada. Diferentemente da maioria dos outros tipos de fundo, não há garantia de recompra

da cota caso o investidor queira sair do fundo, portanto, para vender, é necessário que outro investidor queira comprar, o que,

eventualmente, pode demorar um pouco.

Se você está interessado em adicionar FIIs a sua carteira, sugiro que você procure diversificar o seu investimento em diferentes

Fundos, de forma a proteger o seu capital e maximizar o seu retorno líquido.

Vou deixar alguns recursos adicionais aqui, pra que você possa fazer a sua pesquisa sobre quais Fundos comprar.

https://www.clubefii.com.br/

https://www.fundsexplorer.com.br/funds

Otavio Daudt

otavio@opacefinanceiro.com.br

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MINIMALISMO - O movimento em direção ao consumo responsável e mais intencional!

Num mundo de consumo desenfreado, de crédito fácil e de valorização excessiva das aparências e do sucesso material, adotar um estilo de vida minimalista é um grande desafio, mas constitui-se como um dos alicerces da Independência Financeira.

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Tendência de alta na Inflação! É algo pra nos preocuparmos e como isto afeta os seus investimentos?

A inflação é um fenômeno relativamente recente na historia da humanidade...

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Os Cinco Aspectos a Serem Considerados na Tomada de Decisão sobre um Investimento

Como costumo dizer e escrever, com frequência, em termos de Finanças Pessoais e Investimentos, não existe investimento certo ou errado que se aplique de forma linear à todos os investidores ou investidoras.

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Investimento Anjo ou Angel Investment

Em 2015, tomei a decisão de alocar mais ou menos 7-8% do meu patrimônio à época em Investimento-Anjo…

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Hora de Investir em Ouro?

Em tempos de incerteza no mercado, como o que estamos vivendo agora, os que defendem o investimento em ouro, passam a ter espaço e relevância...

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A Importância de Investir no Exterior e como fazer isto

Antes considerado um tabu ou algo que apenas um seleto grupo de privilegiados e endinheirados...

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Fazer Seguro - necessidade ou desperdício?

Se você tem algum tipo de controle detalhado sobre os seus gastos, já deve ter percebido o alto custo de manter todo, ou boa parte do seu patrimônio, segurado…

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Importância do Orçamento Doméstico e do Controle de Gastos via Planilha

Pesquisas revelam que a maioria das famílias não têm nenhum tipo de orçamento doméstico, não fazem uso de nenhum tipo de planilha e portanto, têm pouco ou nenhum controle sobre suas despesas e consequentemente sobre sua vida financeira.

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Porque decidi cursar um dos MBA’s mais prestigiosos do mundo

O ano era 2013... eu tinha 36 anos, estava há 9 anos morando na China, trabalhando como executivo de uma multinacional americana da indústria fashion fabricaçāo de calcados e bolsas...

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A Relevância do Fundo de Emergência num momento de crise como a que estamos vivendo!

Independentemente da estratégia a ser seguida nas próximas semanas no Brasil, seja um lockdown total, parcial ou nenhum...

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Home schooling Acidental durante a Quarentena

Quando, em meados de 2018, minha esposa e eu decidimos deixar o mundo corporativo e tirar um ano sabático, viajando pelo

mundo com nossos filhos em idade escolar (5 e 8 anos na época), estudei bastante o conceito de “homeschooling”, pois isto se

adaptaria melhor ao estilo de vida que teríamos naquele um ano e nos daria a flexibilidade de não estarmos presos a um local em

função da escola dos meninos. Acabamos chegando a conclusão de que não estávamos preparados e maduros, enquanto família,

pra assumirmos a educação deles durante este período e eles acabaram frequentando a escola durante este período, na Costa

Rica e no sul do Brasil, onde passamos a maior parte do tempo durante este 1 ano sabático.

Entretanto, o conceito de “homeschooling” me interessou muito e passei a ler e estudar bastante sobre o tema desde então. Como

estamos vivendo no Brasil e aqui, diferentemente da maioria dos países, homeschooling é ilegal, arquivamos a idéia.

Avançando a “fita” quase dois anos após aquele momento, estamos todos, acidental e inesperadamente, homeschooling, ou

educando em casa, nossos filhos, neste momento de isolamento social, e sem perspectiva de voltarmos ao ensino presencial no

curto prazo.

Homeschooling basicamente significa que os pais assumem a responsabilidade total pela educação dos filhos, ao invés do modelo

tradicional, onde os pais, no bom sentido, “terceirizam” a educação para as escolas.

Na minha opinião, nosso modelo educacional ainda é, em grande parte, fruto da Revolução Industrial de 250 anos atrás. Na época,

o foco era preparar, em grande escala, crianças para se tornarem jovens adultos pronto pra assumirem empregos na agricultura,

assim como nas fábricas e escritórios que começavam a se disseminar mundo afora. Para isto, um currículo bastante genérico e

abrangente foi criado de forma que pudesse ser ensinado a grandes grupos de crianças simultaneamente, em turmas de 40 ou

mais alunos, todos da mesma idade.

Funcionou muito bem nos séculos 18 e 19, para a necessidade da época… entretanto, fundamentalmente, pouco mudou em

termos de metodologia de ensino e currículo desde aquela época e a pergunta que temos que nos fazer é se este modelo se aplica

às necessidades atuais, quando estamos vivendo em meio à “era da informação e do conhecimento”?

Não acredito que o nosso sistema educacional prepara nossas crianças para serem adultos completos e sim os prepara para

serem especialistas em tirarem boas notas nos testes… E esta crítica não vai, de nenhuma forma, aos professores, que em sua

maioria, são abnegados e fazem o melhor que podem com os recursos limitados que têm a disposição, mas com pouco ou

nenhum espaço para poder modificar o sistema.

E talvez a maior falha do nosso sistema de educação seja o fato de sairmos de 12 anos de escola básica analfabetos financeiros,

despreparados para empreender e fluentes apenas em Português (este último item, aplicável ao ensino no Brasil, enquanto que

todo o restante deste artigo, me refiro a problemas que afligem a educação, mundialmente)…

Falando sobre o momento atual, a maioria de nós, neste momento de isolamento social causado pela epidemia de Covid-19, está

tendo que assumir a responsabilidade sobre a educação dos nossos filhos, mas ainda seguindo um currículo e cronogramas

estabelecido pelas escolas. Este nāo é o conceito de homeschooling que se pratica em diversos países do mundo…

O homeschooling ao pé da letra, como algumas variações de país para país, se baseia no conceito de oportunizar a

individualização do conteúdo e da metodologia, ensinando às crianças de acordo com os seus interesses e não de acordo com um

currículo pre-estabelecido, com a metodologia pela qual eles aprendem mais e melhor… com exceção de alguns itens básicos,

como leitura e escrita, aritmética fundamental e alguns outros, todo o resto será ensinado de acordo com o interesse da criança.

Ao invés de especialistas em fazerem provas, as crianças se tornam curiosas e “aprendem a aprender”…

Uma das preocupações e críticas à este modelo acaba sendo o medo em relação a não socialização das crianças, mas a resposta

dos que adoptam este conceito é de que crianças que nāo frequentam a escola ainda assim tem a oportunidade de ter amigos e

de socializar, sem serem vitimas de bullying e outras torturas sociais que sāo tāo presentes nas escolas.

Outro grande benefício do homeschooling é a flexibilidade de horários, o que permite às crianças e adolescentes dormirem as

recomendadas 9-11 horas por noite, fundamental ao seu desenvolvimento, ao invés de terem que estar na escola as 7:30 da

manhã…

Como Mark Twain disse uma vez “não permita que a Escola interfira na educação dos seus filhos”

Enfim, infelizmente, no Brasil, retirar nossos filhos da escola e assumir a responsabilidade sobre a educação deles nāo é uma

opção, mas em tempos onde participar ativamente da educação dos nossos filhos virou, acidentalmente, uma obrigação para

todos nós, fica a reflexão sobre este assunto.

Otavio Daudt

otavio@opacefinanceiro.com.br

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O origem do vírus da Covid-19 e o que podemos aprender para prevenirmos novas pandemias no futuro?

Nossa obsessão por basear nossa alimentação em produtos de origem animal está por trás das maiores e mais mortais pandemias virais do século 21. Um breve resumo…

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Porquê não vendi nenhuma das minhas posições em ações nas últimas 4 semanas?

Quem acompanha o conteúdo que tenho gerado nos últimos meses, sabe que acredito muito na Renda Variável, especialmente no mercado de ações...

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Navegando num “bear market"

Quem tem consumido o conteúdo que tenho gerado nos últimos meses, sabe que adoto e defendo uma filosofia de investimento de longo prazo onde uma parte substancial do portfólio de investimentos deveria ser aplicado em instrumentos de Renda Variável...

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Como a crise atual impacta os seus investimentos e o que fazer agora?

Nas últimas semanas, temos observados os efeitos devastadores da epidemia de Covid-19, que não apenas tem trazido mudanças profundas ao nosso dia a dia, mas também à economia mundial e aos mercados, como consequência.

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Quais Fundos ETF’s estão disponíveis no Brasil?

Num artigo anterior no blog expliquei as vantagens de se investir em Fundos de Índice/ETF’s.

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Fundos de Índice - entenda porquê Warren Buffet deixou instruções para que 90% da sua fortuna fosse investida neste instrumento, após a sua morte…

Fundos de Índice são uma alternativa de investimento passivo (que não requer que você se envolva continuamente), de longo prazo, que alia relativamente baixo risco com potencialmente altos retornos líquidos acumulados.

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A Importância do Fundo de Emergência 

Resumindo e indo direto ao ponto, ter um Fundo de Emergência é o que garante que você tenha um sono tranquilo à noite.  

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Tesouro Direto - porquê o considero a melhor opção de Renda Fixa no momento, juntamente com CDBs e LCI/LCAs?

Dependendo do seu horizonte de tempo, uma parte maior ou menor do seu portfólio de investimentos deve ser alocada em instrumentos de Renda Fixa.

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Investimento em Imóveis - boa ou má idéia?

O investimento no mercado de imóveis, ao menos seguindo o modelo tradicional de comprar o imóvel e o colocar pra aluguel, é talvez o mais básico de todos os investimentos disponíveis...

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Recomendações para 2020, ainda valem para dias de hoje!

Muitos analistas financeiros, ganham a vida prevendo o comportamento dos mercados.

Tenho o maior respeito por estes profissionais, mas eles erram 9 em cada 10 vezes. E olha que eles são extremamente educados,

treinados em finanças e muito bem informados. Muito mais do que eu.

Portanto, não vou aqui me atrever a tentar prever o que acontecerá em 2020, em termos de comportamento dos mercados.

O que posso dividir com vocês, é minha lista de recomendações para o ano que se inicia. Cada um de vocês está num momento

diferente da jornada rumo a independência financeira, e os caminhos para se chegar lá podem variar muito de uma pessoa para

outra.

Entretanto, as recomendações abaixo se aplicam à grande maioria das pessoas, se não à todas, pelo menos à algumas.

Feliz e próspero 2020 a todos e que esteja se iniciando a melhor década da sua vida!

1. Eleja atingir a Independência Financeira como uma de suas metas de vida… tecnicamente, pra atingir a Independência

Financeira, você precisa construir um patrimônio liquido que gere um retorno médio anual liquido de 4% ou mais (liquido, ou

seja, após impostos e taxas e ajustado à inflação). No momento em que estes 4% forem iguais ou superiores ao seu custo de

vida anual, você atingiu a Independência Financeira e passa a ser dona da sua vida e do seu destino. A partir deste ponto, você

somente continua vendendo a sua saúde e o seu tempo em troca de um salário, se quiser. Pra entender mais sobre a

matemática dos 4%, confira o post no blog IF168, clicando aqui.

2. Adeque seu estilo de vida ao seu nível de remuneração… quanto mais você economizar e investir, mais rápido você atingirá

a Independência Financeira. Economizar e investir 50% da sua renda é o número ideal!

3. Questione os seus hábitos de consumo e adote uma atitude minimalista em relação aos bens materiais… atingir uma

consciência elevada em relação aos seus hábitos de consumo, adquirindo somente o que realmente lhe traz alegria duradoura,

vai fazer bem para o seu saldo bancário, para a sua saúde mental e para o planeta… várias pesquisas revelam que possuir

bens materiais em excesso têm uma correlação inversa com a felicidade, ou seja, após suas necessidades básicas estarem

atendidas e você ter um nível razoável de conforto, possuir uma casa maior, um carro de luxo ou o último modelo de

smartphone não vão fazer você mais feliz! Pra saber mais sobre o minimalismo, confira no post do IF168 clicando aqui!

4. Não faça uso de crédito, somente compre à vista, quando você tiver o dinheiro, caso contrário, espere… mesmo com

juros em queda no pais, as taxas cobradas pelos bancos e financeiras, no cheque especial e modalidades de crédito ao

consumidor, ainda estão entre as maiores do planeta. A fórmula para o sucesso financeiro é simples… ao invés de pagar juros,

opte por receber juros… quem está pagando juros está se afastando cada vez mais da Independência Financeira, enquanto

que quem está recebendo juros, está se aproximando a passos largos.

5. Se você ainda não o fez, construa o seu Fundo de Emergência… tenha uma reserva financeira que consista entre 6 e 18

meses de despesa. No momento que você atinge este nível, você esta blindado contra a grande maioria dos problemas e

imprevistos que acontecem na nossa vida, que podem ir desde um automóvel que estraga, uma casa que exige manutenção

inesperada, um problema de saude na familia, ou até mesmo a perda do emprego… quem não tem um fundo de emergência, e

vive de contra-cheque a contra-cheque, esta sempre assustado! Saiba mais sobre o Fundo de Emergência, clicando aqui!

6. Aumente sua exposição à renda variável, especialmente ao mercado de ações… num ambiente de queda das taxas de

juros, como estamos vivendo no Brasil e em boa parte do mundo, a renda fixa perde a sua atratividade e sua capacidade de

gerar renda. Neste cenário, exposição à renda variável passa a ser fundamental para multiplicação do seu capital. Dependendo

da sua idade e do seu grau de tolerância à volatilidade, esta exposição pode ser maior ou menor. Se você é jovem e tolera

volatilidade, posicione 80% do seu patrimônio na Renda Variável e 20% na Renda Fixa. Se você já tem uma idade mais

avançada e baixa tolerância ao risco e volatilidade, talvez 30% em Renda Variável e 70% em Renda Fixa. Mas tenha certeza de

que, num ambiente atual, no Brasil, com tendência de juros em queda e possibilidade de alta da inflação, alocar 100% dos

seus recursos na Renda Fixa vai te trazer rendimento real, acima da inflação, zero ou então até podendo ficar negativo. Em

termos de Renda Variável, minha recomendação sempre vai pra Fundos de Índice/ETF’s, por ser um instrumento que combina

baixo custo e alta diversificação. Fundos de Ações também podem ser uma boa, mas fique atento ao custo. Fundos de

Investimento Imobiliário (FIIs) tiveram uma ótima performance em 2019 e também podem ser uma boa opção de diversificação

no mercado de Renda Variável. Se você quer aprender mais sobre Fundos de Índice/ETFs, clique aqui para ler o post sobre o

assunto no blog IF168.

7. Coma mais frutas, verduras e legumes, cereais integrais e sementes, proteja o seu sono e seja mais ativo fisicamente…

opa, peraí, você deve estar se perguntando o que isto tem a ver com a sua Independência Financeira? Na verdade, tudo… se

você atingir a sua Independência Financeira com a sua saúde já debilitada, ou até mesmo vier a falecer antes de chegar lá

(batendo na madeira), não há o menor sentido em fazer todo este esforço. Chegar à Independência Financeira somente tem

sentido se você puder aproveitar esta conquista por muitos anos e décadas e com saúde e energia pra curtir. Infelizmente, no

mundo ocidental, estamos vivendo uma epidemia das chamadas “doenças de estilo vida”, especialmente obesidade, doenças

cardiovasculares, diabetes, hipertensão e vários tipos de cancer. 50% dos ocidentais adultos estão acima do peso, sendo 30%

obesos, 35% são diabéticos ou pre-diabéticos, câncer de próstata, aparelho digestivo e mama nunca foram tão frequentes…

Todas estas doenças, estão fundamentalmente ligadas ao sedentarismo, à falta de consistência e qualidade do sono e à dieta

SAD (Standard American Diet, ou Dieta Americana Padrão), que consiste em uma alimentação baseada em alimentos

excessivamente processados, com excessos de sal, gordura, oleos e açúcares refinados, carboidratos simples, produtos de origem animal e álcool em excesso… todas estas doenças podem ser virtualmente eliminadas se comermos de forma saudável, priorizarmos nosso sono e formos ativos fisicamente.

Otavio Daudt

otavio@opacefinanceiro.com.br

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Meu breve retorno ao mundo corporativo depois de ter atingido a Independência Financeira e o que aprendi com a experiencia!

Quem me conhece ou tem acompanhado meus posts, sabe um pouco da minha história, mas nunca é demais dar uma lembrada rápida.

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Como vejo o mundo pós Covid-19?

Estamos vivendo um período muito difícil e talvez este seja o maior desafio jamais enfrentado pela nossa geração…

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Criptomoedas & Bitcoin

Ao falarmos de criptomoedas e de bitcoins, é importante que façamos uma separação entre a tecnologia que as criptomoedas representam e a oportunidade de investimento.

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Consórcio - investimento ou armadilha?

Não pretendo afirmar aqui que consórcios são apenas feitos de desvantagens. O objetivo deste post é desmontar alguns dos mitos que os agentes do mercado financeiro pregam, quando estão tentando nos vender este tipo de produto.

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Renda Fixa x Renda Variável e a Relação Risco x Retorno

Antes de tentarmos entender as diferenças e semelhanças entre Renda Fixa e Variável, é fundamental que compreendamos a relação risco-retorno e como esta se aplica ao mundo dos investimentos e finanças pessoais.

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Previdência Privada - boa opção de investimento ou mais um golpe do mercado financeiro pra cima de nós?

Como quase tudo, um plano de Previdência Privada tem vantagens e desvantagens.

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O Movimento FIRE - Independência Financeira e Aposentadoria Precoce

Numa época em que tanto se compartilha vias redes sociais, tem chamado a atenção o crescimento de uma sub-cultura chamada FIRE, sigla em inglês para Financially Independent Retired Early…

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Os Erros Financeiros que eu cometi!

Ter atingido a Independência Financeira aos 41 anos de idade e estar escrevendo este blog, subentende, aos que me conhecem pouco, que sempre fui organizado e focado financeiramente… Grande engano…

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O que significa o termo Independência Financeira?

Você já parou para pensar no que realmente significa independência financeira?

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O Primeiro passo para a Independência Financeira - a taxa de reserva!

Quer alcançar a independência financeira? Tudo começa com um conceito simples, mas poderoso: a Taxa de Reserva."

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O experimento do marshmallow aplicado à Independência Financeira

O Experimento do Marshmallow é um dos mais famosos experimentos de ciência social e psicologia já realizado, e nos mostra o quanto somos, naturalmente, sensíveis à possibilidade de gratificação instantânea e portanto, contrários à “Gratificação Postergada”.

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A matemática que sustenta a Independência Financeira

Um grande ponto de curiosidade, quando converso com as pessoas sobre Independência Financeira e Aposentadoria Precoce, é a matemática por trás deste conceito. Vou resumir aqui como isto funciona.